home Em Cartaz BENDITAS MULHERES

BENDITAS MULHERES

Release

MINISTÉRIO DO TURISMO E SEGUROS UNIMED

Apresenta

 Vera Mancini, Claudia Missura, Carol Rainatto e Maria Pinna

em

 BENDITAS MULHERES

é o terceiro texto encenado de Célia Forte, autora de Ciranda (2012) e Amigas, pero no mucho (2007), que permaneceu 13 anos em cartaz.

 

Estreia dia 08 de outubro, às 21h30.

Teatro Renaissance

A autora transita uma vez mais pelo universo feminino. Em Benditas Mulheres conta a história de quatro personagens que revelam outra faceta desse universo: a convivência de três atrizes com a camareira da peça a ser encenada, mostrando os diferentes mundos que se juntam quando é formada uma equipe de teatro. Quatro realidades distintas que convivem em harmonia, respeito e troca de experiências:  a sabedoria e vivência – e o cotidiano – de Otila, camareira, e a cultura adquirida de três atrizes que tentam montar uma peça e suas elucubrações com a vida e as artes. Nesse encontro, as personagens percebem o quanto pode ser gratificante quando nos abrimos ao diálogo para escutar o outro, de uma maneira humana, divertida e, sobretudo, generosa e tolerante. O jogo é cômico e até farsesco com as coincidências inesperadas que unem algumas das personagens.

 

Dirigida por Elias Andreato, Benditas Mulheres retrata o encontro de 4 mulheres nas coxias e palco de um teatro. Vanda, a diretora (Vera Mancini), Sara e Helena, as duas atrizes (Carol Rainatto e Maria Pinna) e Otila, a camareira (Claudia Missura) estão no primeiro dia de ensaio. O que se vê ali não é uma discussão sobre uma montagem teatral e sim sobre o olhar do indivíduo, pessoas que unem suas angústias, desejos e sonhos, através de uma construção dramatúrgica. A autora transcorre por questões individuais, mas através da simplicidade do olhar da camareira, propõe um instigante jogo cênico em que as atrizes se tornam protagonistas de suas inquietações.

 

A trama tem como objetivo nos colocar no lugar do outro. Ouvir os que vivem de maneira diversa de nossas convicções e condições de vida. Abrir o debate para a tolerância, a compreensão com o diferente, aqui retratada entre classes sociais, humanas e culturais das quatro personagens. Esse espetáculo é uma pequena homenagem aos trabalhadores e trabalhadoras do teatro nos bastidores, mas esse encontro poderia se dar em qualquer lugar onde convivem pessoas.

 

Por Elias Andreato O texto de Célia Forte, revela o encontro de quatro mulheres/quatro mundos.

Elas estão ensaiando suas vidas e seus personagens num palco de teatro.

Célia, desenha quatro mulheres, com suas particularidades e diferenças sociais, falando de sonhos, realidade e inquietações, que tornam a dramaturgia um veículo de reflexão e atualidade tão necessária para os tempos modernos. Sabemos que os caminhos e conquistas da mulher, se fazem cada vez mais necessários.

A autora, tem o dom do humor, acrescido de pungência quando fala do universo feminino.

Benditas mulheres é o olhar delicado da autora, sobre a vida dessas trabalhadoras do teatro, usando o seu ofício para brincar com suas dores e loucuras.

 

Por Célia Forte.  As camareiras sempre me interessaram. Cada uma com sua personalidade, mas todas com quem tive o prazer de trabalhar, adoráveis. Benditas Mulheres revela ao público os bastidores de um teatro, focando na camareira e a intimidade de três atrizes na preparação de um espetáculo. Suas angústias, no processo criativo de suas personagens, são mostradas de forma cômica, mas delicada. Engraçada e poética. A camareira Otila, mostra a escala das relações humanas e sociais de classes. Essas relações nos mostram como nossa sociedade é formada por contradições e a possibilidade de uma boa convivência quando enxergamos o outro.

Só o artista é capaz de escancarar o jogo de poder, onde nós, alguma vez, já assumimos o papel de dominadores diante de personagens invisíveis em nosso cotidiano, que trabalham por sua sobrevivência, ao nosso lado, sem que tenhamos um olhar sensível e generoso, ao menos. Teatro se faz realizando e o será com a chancela de Selma Morente e sob o olhar sensível do poeta Elias Andreato

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BENDITAS MULHERES

 

Teatro Renaissance

Alameda Santos, 2233

(440 lugares)

 

ESTREIA 08 DE OUTUBRO

Sexta e sábado às 21h30

 

Vendas:

https://bileto.sympla.com.br/event/69194

Recomendação: 12 anos

Duração: 80 minutos

 

 

FICHA TÉCNICA

TEXTO Célia Forte

DIREÇÃO Elias Andreato

ELENCO:  VERA MANCINI, CLAUDIA MISSURA, CAROL RAINATTO e MARIA PINNA

MÚSICA ORIGINAL Jonatan Harold

CENOGRAFIA Elias Andreato

FIGURINO Marichilene Artisevskis

DESENHO DE LUZ Cleber Eli

TEMA DE ABERTURA Prólogo das Benditas

LETRA Elias Andreato

MÚSICA Jonatan Harold

VOZ Célia Jordani

ASSISTENTE DE DIREÇÃO Rodrigo Chueri

ASSISTENTE DE CENOGRAFIA Isadora Morente

CAMAREIRA Cristiane Ferreira

OPERADOR DE LUZ e SOM Pedro Moura

CONTRAREGRA Daniel Santos

COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO Beth Gallo

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Thaís Peres–Morente Forte Comunicações

PROJETO GRÁFICO Vicka Suarez

FOTOS Rodrigo Chueri

CONTEUDO WEB Jady Forte

REDES SOCIAIS Ana Paula Barbulho

PRODUTORA EXECUTIVA Martha Lozano e Cubo Produções

COORDENADORA ADMINISTRATIVA Dani Angelotti – Cubo Produções

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Alcení Braz

SECRETARIA DE TEMPORADA Magali Morente

DIRETORA DE PRODUÇÃO Selma Morente

APRESENTA SEGUROS UNIMED

 

 

Célia Forte

Nascida na cidade de São Paulo em 1961, Célia é formada em Jornalismo e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Em 1985, associou-se a Selma Morente e, juntas, fundaram a empresa Morente Forte Comunicações. Como assessora de imprensa e produtora, exclusivamente na área teatral, produziu os nomes mais expressivos do cenário artístico nacional e premiadas peças teatrais. Sua trajetória e experiência profissional fizeram com que em 2004 escrevesse o seu primeiro texto teatral, supervisionado por Paulo Autran, Amigas, pero no mucho. Sucesso absoluto de público e crítica, estreou em São Paulo, no Teatro Renaissance em 2007.Em 2011 encena seu segundo texto Ciranda,. Este último é a consagração da autora, sucesso absoluto de público e uma unanimidade pela crítica especializada, Ciranda figura entre os melhores espetáculos do ano encenado em São Paulo, quatro estrelas na revista Veja São Paulo, e considerado excelente por um dos maiores críticos da atualidade, Jefferson Del Rios. Nesse ano, foi indicado entre os dez melhores no Guia da Folha e no Divirta-se do Jornal da Tarde.Entre encenados e inéditos, hoje, já possui dez textos em seu currículo: Ciranda (Traduzido para o Espanhol como RONDA), Alternativa, Por um segundo, Benditas Mulheres, Tua Presença, Nem Tudo é Tango, Não é bem assim, Não por nada, A Torta, o musical Fórmula do Amor e Amigas, pero no mucho, encenado em Angola, inclusive. A dramaturga vasculha o universo feminino, transformando em profundas e divertidas tramas, fazendo a plateia rir das próprias mazelas ou das mazelas de algumas mulheres que conhece.

 

Elias Andreato

Ator de teatro, cinema e televisão, diretor e muitas vezes roteirista dos seus próprios trabalhos. Sua busca é pela humanidade dos personagens que interpreta e seus espetáculos frequentemente questionam o papel do artista na sociedade e a relação com seu tempo. Construiu uma carreira sólida feita, acima de tudo, pela escolha por personagem/personalidades que pudessem traduzir esse pensamento – Van Gogh, Oscar Wilde, Artaud, são exemplos dessa escolha e resultaram em interpretações marcantes que garantiram a ele um lugar especial no teatro brasileiro.

 

Vera Mancini

Atriz premiada, atuou em cinema, teatro e teledramaturgia. Em destaque participou de O Outro Lado do Paraíso (TV Globo), Amor à Vida (TV Globo), Os Vizinhos (GNT) e De perto ela não é normal (GNT) na televisão, Mare Nostrum, O Divã, Carandiru no cinema e A Vida que Pedi, Adeus!, Opera do Malandro no teatro, entre tantos outros. Trabalhou com importantes diretores no teatro como Bibi Ferreira e Gabriel Vilela. Ganhou melhor atriz no prêmio Candango pelo filme As Garotas do ABC, melhor atriz no prêmio A.P.T.E.S.P. pela peça A Vida é um Sonho, prêmio APCA e prêmio Mambembe como melhor atriz pela peça infantil Caxuxa.

 

Cláudia Missura

Atriz formada pela EAD/ECA/USP.  Recentemente fez o filme Pérola, direção de Murilo Benício; Hebe, o filme e a série – direção de Mauricio Farias. Fez as 4 temporadas da série Mister Brau, na rede Globo. Fez o filme Minha Querida Mamãe, direção de Jeremias Moreira. Fez o Programa De Perto Ninguém é Normal, no GNT. Trabalhou nas novelas Jóia Rara, Avenida Brasil, A Favorita   e Tempos Modernos, todas na rede Globo. Atuou em O Avarento, com Paulo Autran, direção de Felipe Hirsch. Trabalhou com Renata Melo nos espetáculos Domésticas, Passatempo e Turistas e Refugiados. Trabalhou com Fernando Meirelles no longa Domésticas – o filme, e na série Som e Fúria; Jayme Monjardim na novela Idade da Loba; Antônio Abujamra em Exorbitâncias; José Rubens Siqueira em Tartufo; Elias Andreato e Celso Frateschi em Áulis – Ifigênia em Áulis. Trabalhou com Marcelo Romagnoli no solo Paixões da Alma – baseado em René Descartes. É integrante da banda MIRIM  e realizou com a banda os espetáculos: Buda, Sapecado, Felizardo (indicada ao prêmio Femsa de melhor atriz), O Menino Teresa (prêmio Femsa de melhor atriz), Espoleta (prêmio Femsa de melhor atriz). Também com a Banda Mirim fez os espetáculos Rádio Show, O Fantasma do Som e Festa.

 

Carol Rainatto

Formação: escola de atores Wolf Maya. Principais TV e CINEMA: (2021) Longa “Socialmente” , dir. Leandro D’errico, (2021) Longa “Oito Balas”, dir. Lucas Sancho e roteiro de Carol Rainatto, (2020) Longa “Pra não faltar amor”, dir. Lucas Sancho, (2020) Longa “O Segundo Homem”, dir. Thiago Luciano , (2020) Curta “O Começo”, dir. Jorge Maia, (2020) Curta “FIM”, dir. Joaquim Byngton Carneiro, (2019) Curta “Um Copo de Cólera”, (2019) Série “Onisciente”, (2018) Série “(Des)Encontros – Sony Latin America”, (2014) Novela “Amor à Vida” – Rede Globo, (2015) Curta “Uma última noite”. / TEATRO: Fundadora e produtora da Cia. do Ruído, esteve em cartaz com*”OITO BALAS*” (atuação e texto) Direção de Kleber Montanheiro (2016) e Caio Salay (2018), “MEIA NOITE, FELIZ NATAL”. (Texto e direção), “CERBERA” (atuação e texto) Direção de Elias Andreato. TEATRO MUSICAL: “Léo e Bia”, “Tipos” (dir: Oswaldo Montenegro). Estará no elenco dos musicais “Pra não faltar amor” e “A mansão de Miss Jane”. Assina, em parceria com Rafael Primot e Franz Keppler, a série Chuva Negra, para o Canal Brasil, previsão 2022.

 

 

Maria Pinna

 

Formação na Escola de Atores Wolf Maya – 2008 a 2011 – São Paulo – SP, dois anos de interpretação teatral com Jair Assumpção, seis meses 6 meses de interpretação teatral e montagem da peça ” Contos de Nelson Rodrigues” com Brian Penido, Certificado 5º Usina Permanente (Globo) – Desenvolvimento de Atores – 2012 – Rio de Janeiro, Studio Fatima Toledo – todo segundo semestre de 2013 – Módulo avançado de interpretação de cinema com Rodrigo Audi, Worhshop com diretor Miguel Rodrigues – 2014, Curso Meinsner / Workshop com Paula Preto – Janeiro/2017. Na TV atuou em CUMPLICES DE UM RESGATE – SBT (2015-2016), JOIA RARA (2014), LADO A LADO E CHEIA DE CHARMA (2012), MALHAÇÃO (2010-2011). No Teatro atuou em HELP (2017) direção de Elias Andreato.

Selma Morente

Paulistana, formada em Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Em 1985, associou-se à Célia Forte, juntas, fundaram a Morente Forte Comunicações, empresa especializada exclusivamente na área teatral, no ramo de assessoria de imprensa e produção teatral.

Alguns Trabalhos:

2020 – Pessoa, solo de Elias Andreato, transmitido on-line. 2019 – Uísque e Vergonha de Juliana Frank. Direção Nelson Basrkerville. Comn Alessandra Negrini, Ester Laccava. 2018 – Panorâmica Insana, de Lúcia Spadaccini, Jô Bilac. Direção Bia Lessa. Com Claudia Abreu, Leandra Leal. 2018 Amor Profano, direção Einat Faidel. Com Vivvianne Pasmanter e Marcello Airoldi. 2017 – Num Lago Dourado de Ernest Thompson. Direçao Elias Andreato. Com Ary Fontoura, Ana Lucia Torre, Andre Garolli. 2017 – Os Guardas de TAJ, de Rajiv Joseph. Direção Rafael Primot e João Fonseca. Com Reynaçdo Gianecchini e Ricardo Tozzi. 2016 – Morte Acidental de um Anarquista de Dario Fó. Direção Hugo Coelho. Com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, sendo esses os mais recentes. 2014 A Casa de Bernarda Alba, de Federico Garcia Lorca, com Walderez de Barros, Patrícia Gasppar, Mara Carvalho Direção Elias Andreato. 2016 Meu Deus, de Anat Gov. Versão Brasileira Célia Regina Forte, com Irene Ravache, Dan Stulbach, direção Elias Andreato. 2017 Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, Tradução e Direção Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas. Outros destaques ao longo da carreira: Quadrante, com Paulo Autran (durante 12 anos); Rei Lear, com Paulo Autran e grande elenco, direção Ulysses Cruz; Guetto, com Fábio Herford. Direção e Adaptação de Elias Andreato; Ciranda, com Tania Bondezan e Daniela Galli. Direção de José Possi Neto; Boca de Ouro, com Marco Ricca e grande elenco. A Falecida, com Maria Luisa Mendonça, Lucélia Santos e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz; O Desaparecimento do Elefante, de Haruki Murakami, com André Frateschi, Caco Ciocler, Fernanda de Freitas, Kiko Mascarenhas, Maria Luisa Mendonça, Marjorie Estiano. Direção Monique Gardenberg e Michele Matalon.

 

 

Ficha Técnica

FICHA TÉCNICA

TEXTO Célia Forte

DIREÇÃO Elias Andreato

ELENCO:  VERA MANCINI, CLAUDIA MISSURA, CAROL RAINATTO e MARIA PINNA

MÚSICA ORIGINAL Jonatan Harold

CENOGRAFIA Elias Andreato

FIGURINO Marichilene Artisevskis

DESENHO DE LUZ Cleber Eli

TEMA DE ABERTURA Prólogo das Benditas

LETRA Elias Andreato

MÚSICA Jonatan Harold

VOZ Célia Jordani

ASSISTENTE DE DIREÇÃO Rodrigo Chueri

ASSISTENTE DE CENOGRAFIA Isadora Morente

CAMAREIRA Cristiane Ferreira

OPERADOR DE LUZ e SOM Pedro Moura

CONTRAREGRA Daniel Santos

COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO Beth Gallo

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Thaís Peres–Morente Forte Comunicações

PROJETO GRÁFICO Vicka Suarez

FOTOS Rodrigo Chueri

CONTEUDO WEB Jady Forte

REDES SOCIAIS Ana Paula Barbulho

PRODUTORA EXECUTIVA Martha Lozano e Cubo Produções

COORDENADORA ADMINISTRATIVA Dani Angelotti – Cubo Produções

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Alcení Braz

SECRETARIA DE TEMPORADA Magali Morente

DIRETORA DE PRODUÇÃO Selma Morente

APRESENTA SEGUROS UNIMED

 

 

Célia Forte

Nascida na cidade de São Paulo em 1961, Célia é formada em Jornalismo e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Em 1985, associou-se a Selma Morente e, juntas, fundaram a empresa Morente Forte Comunicações. Como assessora de imprensa e produtora, exclusivamente na área teatral, produziu os nomes mais expressivos do cenário artístico nacional e premiadas peças teatrais. Sua trajetória e experiência profissional fizeram com que em 2004 escrevesse o seu primeiro texto teatral, supervisionado por Paulo Autran, Amigas, pero no mucho. Sucesso absoluto de público e crítica, estreou em São Paulo, no Teatro Renaissance em 2007.Em 2011 encena seu segundo texto Ciranda,. Este último é a consagração da autora, sucesso absoluto de público e uma unanimidade pela crítica especializada, Ciranda figura entre os melhores espetáculos do ano encenado em São Paulo, quatro estrelas na revista Veja São Paulo, e considerado excelente por um dos maiores críticos da atualidade, Jefferson Del Rios. Nesse ano, foi indicado entre os dez melhores no Guia da Folha e no Divirta-se do Jornal da Tarde.Entre encenados e inéditos, hoje, já possui dez textos em seu currículo: Ciranda (Traduzido para o Espanhol como RONDA), Alternativa, Por um segundo, Benditas Mulheres, Tua Presença, Nem Tudo é Tango, Não é bem assim, Não por nada, A Torta, o musical Fórmula do Amor e Amigas, pero no mucho, encenado em Angola, inclusive. A dramaturga vasculha o universo feminino, transformando em profundas e divertidas tramas, fazendo a plateia rir das próprias mazelas ou das mazelas de algumas mulheres que conhece.

 

Elias Andreato

Ator de teatro, cinema e televisão, diretor e muitas vezes roteirista dos seus próprios trabalhos. Sua busca é pela humanidade dos personagens que interpreta e seus espetáculos frequentemente questionam o papel do artista na sociedade e a relação com seu tempo. Construiu uma carreira sólida feita, acima de tudo, pela escolha por personagem/personalidades que pudessem traduzir esse pensamento – Van Gogh, Oscar Wilde, Artaud, são exemplos dessa escolha e resultaram em interpretações marcantes que garantiram a ele um lugar especial no teatro brasileiro.

 

Vera Mancini

Atriz premiada, atuou em cinema, teatro e teledramaturgia. Em destaque participou de O Outro Lado do Paraíso (TV Globo), Amor à Vida (TV Globo), Os Vizinhos (GNT) e De perto ela não é normal (GNT) na televisão, Mare Nostrum, O Divã, Carandiru no cinema e A Vida que Pedi, Adeus!, Opera do Malandro no teatro, entre tantos outros. Trabalhou com importantes diretores no teatro como Bibi Ferreira e Gabriel Vilela. Ganhou melhor atriz no prêmio Candango pelo filme As Garotas do ABC, melhor atriz no prêmio A.P.T.E.S.P. pela peça A Vida é um Sonho, prêmio APCA e prêmio Mambembe como melhor atriz pela peça infantil Caxuxa.

 

Cláudia Missura

Atriz formada pela EAD/ECA/USP.  Recentemente fez o filme Pérola, direção de Murilo Benício; Hebe, o filme e a série – direção de Mauricio Farias. Fez as 4 temporadas da série Mister Brau, na rede Globo. Fez o filme Minha Querida Mamãe, direção de Jeremias Moreira. Fez o Programa De Perto Ninguém é Normal, no GNT. Trabalhou nas novelas Jóia Rara, Avenida Brasil, A Favorita   e Tempos Modernos, todas na rede Globo. Atuou em O Avarento, com Paulo Autran, direção de Felipe Hirsch. Trabalhou com Renata Melo nos espetáculos Domésticas, Passatempo e Turistas e Refugiados. Trabalhou com Fernando Meirelles no longa Domésticas – o filme, e na série Som e Fúria; Jayme Monjardim na novela Idade da Loba; Antônio Abujamra em Exorbitâncias; José Rubens Siqueira em Tartufo; Elias Andreato e Celso Frateschi em Áulis – Ifigênia em Áulis. Trabalhou com Marcelo Romagnoli no solo Paixões da Alma – baseado em René Descartes. É integrante da banda MIRIM  e realizou com a banda os espetáculos: Buda, Sapecado, Felizardo (indicada ao prêmio Femsa de melhor atriz), O Menino Teresa (prêmio Femsa de melhor atriz), Espoleta (prêmio Femsa de melhor atriz). Também com a Banda Mirim fez os espetáculos Rádio Show, O Fantasma do Som e Festa.

 

Carol Rainatto

Formação: escola de atores Wolf Maya. Principais TV e CINEMA: (2021) Longa “Socialmente” , dir. Leandro D’errico, (2021) Longa “Oito Balas”, dir. Lucas Sancho e roteiro de Carol Rainatto, (2020) Longa “Pra não faltar amor”, dir. Lucas Sancho, (2020) Longa “O Segundo Homem”, dir. Thiago Luciano , (2020) Curta “O Começo”, dir. Jorge Maia, (2020) Curta “FIM”, dir. Joaquim Byngton Carneiro, (2019) Curta “Um Copo de Cólera”, (2019) Série “Onisciente”, (2018) Série “(Des)Encontros – Sony Latin America”, (2014) Novela “Amor à Vida” – Rede Globo, (2015) Curta “Uma última noite”. / TEATRO: Fundadora e produtora da Cia. do Ruído, esteve em cartaz com*”OITO BALAS*” (atuação e texto) Direção de Kleber Montanheiro (2016) e Caio Salay (2018), “MEIA NOITE, FELIZ NATAL”. (Texto e direção), “CERBERA” (atuação e texto) Direção de Elias Andreato. TEATRO MUSICAL: “Léo e Bia”, “Tipos” (dir: Oswaldo Montenegro). Estará no elenco dos musicais “Pra não faltar amor” e “A mansão de Miss Jane”. Assina, em parceria com Rafael Primot e Franz Keppler, a série Chuva Negra, para o Canal Brasil, previsão 2022.

 

 

Maria Pinna

 

Formação na Escola de Atores Wolf Maya – 2008 a 2011 – São Paulo – SP, dois anos de interpretação teatral com Jair Assumpção, seis meses 6 meses de interpretação teatral e montagem da peça ” Contos de Nelson Rodrigues” com Brian Penido, Certificado 5º Usina Permanente (Globo) – Desenvolvimento de Atores – 2012 – Rio de Janeiro, Studio Fatima Toledo – todo segundo semestre de 2013 – Módulo avançado de interpretação de cinema com Rodrigo Audi, Worhshop com diretor Miguel Rodrigues – 2014, Curso Meinsner / Workshop com Paula Preto – Janeiro/2017. Na TV atuou em CUMPLICES DE UM RESGATE – SBT (2015-2016), JOIA RARA (2014), LADO A LADO E CHEIA DE CHARMA (2012), MALHAÇÃO (2010-2011). No Teatro atuou em HELP (2017) direção de Elias Andreato.

Selma Morente

Paulistana, formada em Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Em 1985, associou-se à Célia Forte, juntas, fundaram a Morente Forte Comunicações, empresa especializada exclusivamente na área teatral, no ramo de assessoria de imprensa e produção teatral.

Alguns Trabalhos:

2020 – Pessoa, solo de Elias Andreato, transmitido on-line. 2019 – Uísque e Vergonha de Juliana Frank. Direção Nelson Basrkerville. Comn Alessandra Negrini, Ester Laccava. 2018 – Panorâmica Insana, de Lúcia Spadaccini, Jô Bilac. Direção Bia Lessa. Com Claudia Abreu, Leandra Leal. 2018 Amor Profano, direção Einat Faidel. Com Vivvianne Pasmanter e Marcello Airoldi. 2017 – Num Lago Dourado de Ernest Thompson. Direçao Elias Andreato. Com Ary Fontoura, Ana Lucia Torre, Andre Garolli. 2017 – Os Guardas de TAJ, de Rajiv Joseph. Direção Rafael Primot e João Fonseca. Com Reynaçdo Gianecchini e Ricardo Tozzi. 2016 – Morte Acidental de um Anarquista de Dario Fó. Direção Hugo Coelho. Com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, sendo esses os mais recentes. 2014 A Casa de Bernarda Alba, de Federico Garcia Lorca, com Walderez de Barros, Patrícia Gasppar, Mara Carvalho Direção Elias Andreato. 2016 Meu Deus, de Anat Gov. Versão Brasileira Célia Regina Forte, com Irene Ravache, Dan Stulbach, direção Elias Andreato. 2017 Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, Tradução e Direção Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas. Outros destaques ao longo da carreira: Quadrante, com Paulo Autran (durante 12 anos); Rei Lear, com Paulo Autran e grande elenco, direção Ulysses Cruz; Guetto, com Fábio Herford. Direção e Adaptação de Elias Andreato; Ciranda, com Tania Bondezan e Daniela Galli. Direção de José Possi Neto; Boca de Ouro, com Marco Ricca e grande elenco. A Falecida, com Maria Luisa Mendonça, Lucélia Santos e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz; O Desaparecimento do Elefante, de Haruki Murakami, com André Frateschi, Caco Ciocler, Fernanda de Freitas, Kiko Mascarenhas, Maria Luisa Mendonça, Marjorie Estiano. Direção Monique Gardenberg e Michele Matalon.

 

 

Serviço

BENDITAS MULHERES

 

Teatro Renaissance

Alameda Santos, 2233

(440 lugares)

 ESTREIA 08 DE OUTUBRO

Sexta e sábado às 21h30

SESSÃO COM LIBRAS DIA 19 DE NOVEMBRO (SEXTA-FEIRA)

Vendas:

https://bileto.sympla.com.br/event/69194

Recomendação: 12 anos

Duração: 80 minutos

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