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UM BONDE CHAMADO DESEJO

Release

Maria Luisa Mendonça e Eduardo Moscovis

em

UM BONDE CHAMADO DESEJO

De Tennessee Williams

Tradução e Direção Rafael Gomes

Com

Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas, Fabricio Licursi,

Nana Yazbek/Fernanda Castello Branco e Davi Novaes/Marina Matheus

Maria Luisa Mendonça é Blanche DuBois, a sonhadora e atormentada personagem criada por Tennessee Williams, no clássico da dramaturgia, que entra em violento embate com a brutalidade de seu cunhado, Stanley, interpretado por Eduardo Moscovis.

Um dos maiores sucessos da cena teatral paulista em 2015 está de volta em São Paulo, após temporada no Rio de Janeiro

 

 Reestreia dia 19 de Janeiro no Teatro Tucarena

 

Prêmios:

PRÊMIO APCA

Maria Luisa Mendonça – Melhor Atriz

PRÊMIO APLAUSO BRASIL

Maria Luisa Mendonça – Melhor Atriz

PRÊMIO ARTE QUALIDADE BRASIL

Maria Luisa Mendonça – Melhor Atriz

Melhor Espetáculo Drama

PRÊMIO SHELL

Rafael Gomes – Melhor Direção

Maria Luisa Mendonça – Melhor Atriz André Cortez – Melhor Cenário

Indicações:

PRÊMIO APLAUSO BRASIL

André Cortez – Melhor Cenário

Fause Haten – Melhor Figurino

Rafael Gomes – Melhor Direção

PRÊMIO ARTE QUALIDADE BRASIL

Eduardo Moscovis – Melhor Ator

Rafael Gomes – Melhor Diretor

PRÊMIO SHELL

Fause Haten – Melhor Figurino

PRÊMIO CENYM

Maria Luisa Mendonça – Melhor Atriz

Selma Morente e Célia Forte – Melhor Montagem Brasileira de uma obra Estrangeira

A história criada por Tennessee Williams narra a decadência de Blanche Dubois, que se abriga na casa da irmã, Stella, para fugir do passado e se depara com seu vulgar cunhado, Stanley Kowalski. Marlon Brando e Jessica Tandy interpretaram, em 1947, na Broadway, dirigidos por Elia Kazan, os protagonistas que aqui são representados por Maria Luisa Mendonça e Eduardo Moscovis. O texto ganharia notoriedade mundial no cinema, quatro anos depois, quando o mesmo Kazan dirigiu a adaptação cinematográfica com Brando e Vivian Leigh nos papéis principais.

Na trama, a sonhadora e atormentada Blanche DuBois muda-se para a casa da irmã, Stella, no estado norte americano de New Orleans, para logo entrar em violento embate com a brutalidade de seu cunhado, Stanley. Na tensão entre a carnalidade bestial de Stanley e o espírito etéreo de Blanche, ergue-se a mais pungente e bela metáfora do duelo entre o sonho e a realidade, entre a alma e o corpo, que o teatro já produziu.

Com direção de Rafael Gomes, completam o elenco Donizeti Mazonas (no papel de Harold Mitchell), Virgínia Buckowski (no papel de Stella Kowalski), e Fabrício Licursi. Além dos atores Nana Yazbek e Davi Novaes (de 18 de janeiro até 04 de fevereiro); Fernanda Castello Branco e Marina Matheus (de 16 de fevereiro até 01 de Abril).

Através do enredo doméstico de Tennessee Williams, criam-se complexos universos éticos e estéticos, com refinadas teias simbólicas, maestria de linguagem e, principalmente, enorme envergadura moral.

O diretor Rafael Gomes, um dos mais destacados encenadores da nova cena teatral paulistana (Prêmio APCA por Música Para Cortar Os Pulsos; três indicações ao Prêmio Shell por Gotas D’Água Sobre Pedras Escaldantes; mais de 20 indicações e 5 Prêmios conquistados pelo musical Gota D’Água [a seco]; 2 indicações de melhor espetáculo e Prêmio APCA de melhor autor para a peça Os Arqueólogos) é um profissional que, assim como Elia Kazan, diretor da montagem inaugural do texto, transita entre o Audiovisual e o Teatro, com experiência multidisciplinar, buscando as particularidades e convergências em cada uma das artes, bem como aquilo que as alimenta mutuamente.

Por Rafael Gomes

‘Por que montar Um Bonde Chamado Desejo?’ – essa é a primeira pergunta que inevitavelmente todos me fizeram, sejam meus atores na sala de ensaio ou meus amigos na mesa do bar. E eu penso que é para poder responder essa pergunta. ‘Para poder responder essa pergunta’ é a melhor resposta que eu tive. E acho que todos estamos aqui por isso. Alguns tem respostas mais formuladas, outros menos. Mas descobrir todos os porquês de termos remontado essa peça em 2015, este é o nosso ponto de chegada. É o nosso motivo e o nosso motor.

O que eu sei com certeza é por que eu não montaria: eu não montaria se fosse para fazer uma encenação ‘clássica’ e totalmente naturalista; eu não montaria se não pudesse fazer este trabalho dialogar com o mundo e as circunstâncias que vivemos hoje; eu não montaria se não fosse para injetar algum sangue – o nosso sangue – nesse texto tão bonito e tão preciso e tão dilacerante e tão vital.

Eu montei porque há 12 anos essa peça não era encenada; porque existe uma geração inteira (ou mais de uma) que nunca a pode ver; porque se um grande texto é como uma grande canção, então eu era louco para ver a interpretação que Maria Luisa Mendonça e Eduardo Moscovis (e todos esses maravilhosos atores) dariam para essa grande canção – digo, texto.

Mas, essencialmente, eu montei para descobrir por quê.

Sobre Tennessee Williams (1911-1983) Escritor norte americano, conhecido majoritariamente como dramaturgo, apesar de ter também assinado contos, romances, poesia, ensaios e roteiros. Várias de suas peças figuram hoje entre os maiores clássicos da dramaturgia do século XX e continuam sendo encenadas largamente ao redor do mundo. Sua influência é também notável até hoje na escrita teatral ocidental, em autores de diferentes origens. Williams recebeu praticamente todos os maiores prêmios teatrais à sua época, ganhando duas vezes o Pullitzer, por “Um Bonde Chamado Desejo” (1948) e “Gata Em Teto de Zinco Quente” (1955). Entre suas mais famosas obras encontram-se “À Margem da Vida” (1944), “A Rosa Tatuada” (1951), “De Repente, No Último Verão” (1958), “Doce Pássaro da Juventude” (1959) e “A Noite da Iguana” (1961), entre dezenas de outras.

Sobre Rafael Gomes Graduado em Cinema, Rafael Gomes roteirizou e dirigiu seis curtas metragens premiados e exibidos em importantes festivais ao redor do mundo. Um deles, Tapa Na Pantera, foi um enorme fenômeno de público na internet, com dezenas de milhões de visualizações.

No teatro, estreou na autoria e direção com o espetáculo Música Para Cortar Os Pulsos (2010), vencedor do prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) como Melhor Peça Jovem. Em seguida, idealizou e dirigiu a releitura musical Cambaio [a Seco] (2012), com texto de Adriana Falcão e João Falcão, e músicas de Chico Buarque e Edu Lobo. Como dramaturgo, assinou os espetáculos Edukators (2013), versão do filme de Hans Weingartner, com direção de João Fonseca; Talvez Uma História de Amor (2013), adaptação do romance homônimo de Martin Page, com direção de Vinicius Arneiro; e os musicais infantis Mas Por Quê – A História de Elvis (2015) – Prêmio APCA de Melhor Musical Infantil, e Lá Dentro Tem Coisa, ambos com direção de Renato Linhares.

Trabalhando em sua própria companhia, Empório de Teatro Sortido, assinou a direção e a dramaturgia de O Convidado Surpresa (2014), adaptação do romance homônimo do francês Grégoire Bouillier; dirigiu Gotas D’Água Sobre Pedras Escaldantes (2014),  de Rainer W. Fassbinder [3 indicações ao Prêmio Shell SP – Melhor Ator, Atriz e Cenário]; co-dirigiu Não Nem Nada (2014), de Vinicius Calderoni [2 indicações ao Prêmio Shell SP – Melhor Autor e Atriz] e dirigiu Os Arqueólogos (2016), de Vinicius Calderoni [Prêmio APCA de Melhor Autor].

Mais recentemente, adaptou e dirigiu uma releitura do musical de Chico Buarque e Paulo Pontes, Gota D’Água [a Seco] (2016), protagonizada por Laila Garin [indicações aos prêmios Shell, APCA,  Cesgranrio, APTR e Bibi Ferreira]; e escreveu e dirigiu Jacqueline (2016), protagonizado pela atriz Natália Lage.

Em 2017, realizou sua estreia em longas-metragens, no roteiro e direção de 45 Dias Sem Você (2018/ em finalização), e atualmente prepara outros três filmes: Eu Não Sou Cachorro, Não, comédia romântica musical, com canções de Arnaldo Antunes; Música Para Cortar Os Pulsos, a partir da premiada peça homônima; e o drama Trabalhos de Amor Perdidos, protagonizado por Andrea Beltrão e Emílio de Melo.

Para a televisão, criou, roteirizou e dirigiu a série infantojuvenil Tudo O Que É Sólido Pode Derreter, (2009/ TV Cultura – Sony Spin – TV Rá Tim Bim), sucesso de público e crítica, finalista do Prix Jeneusse Iberoamericano. Escreveu e dirigiu cinco episódios da minissérie Família Imperial, (2012/ Canal Futura – Disney Channel), sob direção geral de Cao Hamburger; integrou a equipe de roteiristas da série Louco Por Elas (2012-2013/ Rede Globo), sob direção geral de João Falcão; e é criador e roteirista-chefe das séries 3 Teresas (2013-2014/ GNT) e Vizinhos (2015/ GNT), ambas com direção geral de Luiz Villaça. Esta última foi vencedora do prêmio de Melhor Roteiro no 2º Festival Internacional de Televisão de São Paulo – Telas.

 

Ficha Técnica

Texto: Tennessee Williams

Tradução e Direção: Rafael Gomes

Elenco: Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas, Fabricio Licursi, Nana Yazbek / Fernanda Castello Branco e Davi Novaes / Marina Matheus

Cenário: André Cortez

Iluminação: Wagner Antonio

Figurino: Fause Haten

Seleção Musical: Rafael Gomes

Assistente de direção: Nana Yazbek

Assessoria de Imprensa SP: Daniela Bustos, Beth Gallo e Thais Peres – Morente Forte Comunicações

Assessoria de imprensa RJ: Barata Comunicação

Projeto Gráfico: Laura Del Rey

Fotos de Estúdio: Pedro Bonacina e Renata Terepins

Fotos de Cena: João Caldas

Administração: Magali Morente Lopes

Produção Executiva: Martha Lozano

Coordenação de Projetos: Egberto Simões

Produtoras: Selma Morente e Célia Forte

Realização: Ministério da Cultura, Morente Forte Produções Teatrais, Empório de Teatro Sortido

Apoio Cultural: Seguros Unimed

Serviço

UM BONDE CHAMADO DESEJO

TEATRO TUCARENA (300 lugares)

Rua Monte Alegre, 1024 (entrada pela Rua Bartira) – Perdizes

 Informações: 3670.8455 / 8454

Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 19h. Estacionamento conveniado: R$ 14 (Rua Monte Alegre, 835/ mediante apresentação do ingresso do espetáculo). Valet Estapar: R$ 25 (somente sábados e domingos)

Vendas: 4003.1212 e www.ingressorapido.com.br

Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 18h

 Ingressos:

R$ 80

 

Duração: 110 minutos

Classificação: 14 anos

Gênero: Drama

Estreou dia 05 de Junho de 2015 em São Paulo

 Reestreia dia 19 de Janeiro de 2018

Temporada: até 01 de Abril

Link para imagens em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=jkuFp4gpPWQ&feature=youtu.be

 

20 thoughts on “UM BONDE CHAMADO DESEJO

  1. Gostei demais da peça, o texto clássico, a tradução e adaptação geniais. O cenário criativo e claustrofóbico, além da atuação impecável de Maria Luisa Mendonça e Eduardo Moscovis e seus vigores físicos!
    Agora, gostaria muito de saber detalhes da trilha sonora, algumas músicas reconheci como Amy Winehouse e Radiohead, mas outras fiquei curioso.
    Parabéns à equipe, belíssima montagem.

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