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MARÇO – TRÁGICA.3

Release

Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, Itaú Cultural

e Petrobras Distribuidora

 Apresentam

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Em sua quarta edição, e pela segunda vez na cidade de São Paulo, a Mostra Petrobras Premmia de Teatro apresenta uma extensa programação de espetáculos para o público adulto, com ingressos a R$ 20   no Auditório Ibirapuera, entre fevereiro e julho de 2017

Através do Programa Petrobrás Distribuidora de Cultura o teatro brasileiro tem circulado pelas regiões do Brasil. Espetáculos de qualidade, produzidos por companhias, grupos e produtores independentes, circulam pelos mais variados pontos do país, fomentando o teatro brasileiro, proporcionando o intercâmbio entre os profissionais e o público das diversas cidades do país.

A IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro, em parceria com o Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer e o Itaú Cultural, contará com oito espetáculos que subirão ao palco do Auditório Ibirapuera, em São Paulo. A 4ª edição da Mostra priorizou reunir alguns dos melhores espetáculos que circularam pelo Brasil dentro do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016, levando ao público um painel da produção teatral contemporânea a preços populares, com ingressos a R$ 20, e apresentações aos sábados e domingos. Participantes do programa de fidelidade Petrobras Premmia podem trocar pontos por ingressos e terão direito a lugares reservados, além de encontro com o elenco após cada espetáculo.

Pela primeira vez, a Mostra irá homenagear um profissional do teatro: o ator, palhaço, teatrólogo, diretor, roteirista, cenógrafo, empresário, produtor cultural e amigo Domingos Montagner, que participou com sua Cia La Mínima das duas últimas edições da Mostra, com o espetáculo Mistero Buffo, e já estava confirmado para participar desta edição, com o espetáculo Rádio Variété.

A Mostra é realizada pela produtora Realejo Produções Culturais, responsável pela montagem de vários espetáculos teatrais nos últimos anos, e pelo Itaú Cultural, que já realizou em 2014 a mesma parceria.

Programação Geral da Mostra

11 e 12 de Fevereiro –  O Duelo

Com Camila Pitanga, Aury Porto, Carol Badra e elenco, direção Georgette Fadel

18 e 19 de FevereiroRádio Variété

Com Fernando Sampaio, Fernando Paz e Felipe Bregantim, direção Domingos Montagner e Fernando Sampaio

25 e 26 de Março – Trágica.3

             Com Denise Del Vecchio, Leticia Sabatella, Miwa Yanagizawa, Fernando Alves Pinto e Marcelo H.,             direção Guilherme Leme

22, 23 de Abril  – Conselho de Classe

Com Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Lourival Prudêncio, João Rodrigo Ostrower, Thierry Trémouroux, Cesar Augusto, direção Bel Garcia e Susana Ribeiro

27, 28 de Maio – Vianinha conta o Último Combate do Homens Comum

Com Isío Ghelmam, Ana Barrosos e Ana Veloso e elenco, direção Aderbal Freire-Filho

17 e 18 de Junho – Contrações

Com Debora Falabella e Yara de Novaes, direção de Grace Passô

24 e 25 de Junho – BR TRANS

Com Silverio Pereira, direção Jezebel De Carli

01 e 02 de Julho – Nós Sempre Teremos Paris

Com Françoise Forton e Maurício Baduh, texto de Artur Xexéu, direção de Jacqueline Laurence

 

 

 

TRÁGICA.3

Com direção e concepção de Guilherme Leme Garcia, a montagem estabelece um diálogo entre o teatro, as artes plásticas e a música contemporânea construída a partir da releitura de três tragédias gregas – Antígona, Medeia e Electra.

No palco, Denise Del Vecchio interpreta Medeia, Letícia Sabatella assume o papel de Antígona e Miwa Yanagizawa dá vida a Electra. Fernando Alves Pinto e Marcello H integram o elenco como Hêmon e Orestes, respectivamente, e executam a trilha original ao vivo criada por ele em parceria com Sabatella. Os figurinos são assinados pela estilista Glória Coelho.

Para compor a trilogia, Guilherme Leme Garcia escolheu o texto do dramaturgo alemão Heiner Müller (1929-1995) que foi escrito a partir de Medeia, tragédia de Eurípedes. O diretor encenou essa peça como ator ao lado da atriz Vera Holtz, na década de 90. Para outros dois textos, Leme convidou novos autores contemporâneos brasileiros com o intuito de construir um recorte poético a partir de dois clássicos de Sófocles.

A releitura de Antígona foi feita por Caio de Andrade e Electra foi revisitada por Francisco Carlos. “Eles escreveram dois lindos poemas sobre duas heroínas gregas”, diz o diretor. Tendo como inspiração a obra do artista plástico e iluminador americano James Turrel, a encenação de Antígona reúne movimentos ligados às artes performáticas e aos diversos tipos de cânticos e lamentos musicais.

O processo de construção de Trágica.3 teve início em 2010, quando Guilherme Leme Garcia criou e dirigiu o elogiado RockAntygona, uma adaptação livre de Caio Andrade para Antígona, de Sófocles (vencedor do Prêmio Shell na categoria Iluminação e eleito pela revista Bravo como um dos melhores espetáculos em cartaz no ano de 2010). Trágica.3 estreou em 2014, no CCBB de São Paulo. Depois fez temporadas nas unidades do CCBB do Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. Em setembro de 2015, o espetáculo abriu o Beijing Fringe Festival, na China, fruto de uma parceria com o Festival Cena Brasil Internacional.

MEDEIA – Em Trágica.3, o foco foi direcionado exclusivamente à personagem Medeia, cuja tônica é a traição da heroína a seu povo e ao seu sangue. Apaixonada por Jasão, Medeia o ajuda a conquistar o Velocino de Ouro. Juntos, eles fogem da cidade de Cólquida para Corinto. Para garantir sua fuga, Medeia mata o irmão e joga seus pedaços ao mar. Em Corinto, Jasão se casa com Gláucia, filha do rei Creonte. Cega de dor e de ódio, Medeia decide se vingar de Jasão matando Gláucia e depois os próprios filhos.

ANTÍGONA – Baseado no clássico de Sófocles, Caio de Andrade sintetizou com olhar contemporâneo o comportamento humano frente ao poder e à intolerância. Após a morte de Édipo em Colono, Antígona, sua filha, retorna para Tebas – onde seus irmãos Etéocles e Polinices disputam a sucessão do pai no trono. Os dois chegam a um acordo de se revezar por períodos de um ano no poder. Após o primeiro ano, Etéocles não cede o lugar ao irmão, que se retira da cidade e prepara uma vingança. Na luta pelo trono de Tebas, os dois se matam mutuamente. Creonte, tio de Antígona, assume o poder e proíbe o sepultamento de Polinices e ainda ordena um funeral de herói a Etéocles. Indignada com a ordem, Antígona decide que não deixará o irmão Polineces sem as honras fúnebres. Ela o enterra com as próprias mãos, mas é descoberta pelos soldados. Como punição, Creonte manda enterrar Antígona viva. Hêmon, filho do rei e noivo de Antígona, tenta salvá-la. Ele não consegue e comete suicídio.

ELECTRA – Filha de Agamêmnon, rei de Argos, e da rainha Clitemnestra, Electra é irmã de Ifigênia e Orestes. Clitemnestra nunca perdoou o marido por ter sacrificado a filha Ifigênia para apaziguar a deusa Ártemis e permitir que as tropas gregas pudessem navegar até Tróia. Depois de passar dez anos defendendo a Grécia em guerras longe de casa, Agamêmnon retorna e é morto por Clitemnestra e seu amante Egisto. Electra não se conforma e com a ajuda do irmão Orestes planeja a morte da mãe e do amante para vingar a morte do pai.

Ficha Técnica:

Textos:

Medeia (Heiner Müller)

Antígona (Caio de Andrade)

Electra (Francisco Carlos)

Elenco: Denise Del Vecchio, Letícia Sabatella, Miwa Yanagizawa, Fernando Alves Pinto e Marcello H

Concepção e Direção: Guilherme Leme Garcia

Cenografia: Aurora dos Campos

Iluminação: Tomás Ribas

Figurino: Glória Coelho

Trilha Sonora Original: Fernando Alves Pinto, Leticia Sabatella e Marcello H

Visagismo: Leopoldo Pacheco

Programação Visual e Fotos: Victor Hugo Cecatto

Direção de Produção: Sérgio Saboya

Ficha Técnica

Ficha Técnica da Mostra:

Coordenação do projeto: Celso Lemos

Direção de produção: Lilian Bertin

Produção executiva: Bárbara Montes Claros e Augusto Vieira

Programação visual: Duddu Rodrigues

Assessoria de imprensa: Morente Forte Comunicações

Clippagem e valoração: Clipping Service

Fotógrafo: Thiago Solano

Assessoria jurídica e contabilidade: Coarte Assessoria

Coordenação administrativa: Heloisa Lima

Realização: Realejo Produções Culturais

Serviço

IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro

 Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer (806 lugares)
Av. Pedro Alvares Cabral, s/n – Portão 2 do Parque do Ibirapuera
Informações: (11) 3629.1075
http://www.auditorioibirapuera.com.br/

Vendas: www.ingressorapido.com.br e 4003.1212
Horários da bilheteria: Sextas-feiras e sábados, das 13h às 22h. Domingos, das 13h às 20h. Formas de Pagamento: American Express, Visa, MasterCard, Dinners Club, Aura, Hipercard, Elo, Vale Cultura Sodexo e Vale Cultura Ticket, todos os cartões de débito e dinheiro. Não aceita cheques. Ar-condicionado. Acesso a deficientes. Estacionamentos do Parque Ibirapuera, sistema Zona Azul – R$ 5 por duas horas. Entrada para carros pelo Portão 3. Dias úteis das 10h às 20h, sábados, domingos e feriados das 8h às 18h. O Auditório Ibirapuera não possui estacionamento ou sistema de valet. O estacionamento do Parque Ibirapuera é Zona Azul e tem vagas limitadas. Sugerimos que venha de táxi ou transporte público

Participantes do Petrobras Premmia podem trocar ingressos no site www.br.com.br/petrobraspremmia

Ingressos:

R$ 20

 Sábado às 21h | Domingo às 19h

MARÇO

25 e 26 de Março – Trágica.3

 Com Denise Del Vecchio, Leticia Sabatella, Miwa Yanagizawa,

Fernando Alves Pinto e Marcelo H.

Direção Guilherme Leme

Duração: 75 minutos

Recomendação: 14 anos

 

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