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MEQUETREFE SORRATEIRO

Release

André Capuano, Eugênio La Sálvia,

Fagundes Emanuel, Juh Vieira, Mauricio Damasceno,

Renata Bras e William Guedes

 em

MEQUETREFE SORRATEIRO

 

Sábados e Domingos no Teatro Shopping Morumbi

 

Primeiro texto para crianças de Marcello Airoldi estimula a reflexão acerca dos sentimentos

Mequetrefe Sorrateiro aborda o universo afetivo de um menino diante da separação de seus pais e sua transição da infância para a adolescência. Com muita música, poesia e animações, a história de Menino é contada a partir de suas tristezas e alegrias e as consequências que estas trazem em seu aprendizado e amadurecimento. Em sua trajetória, o contato com outros personagens o ajuda a reencontrar caminhos que pareciam perdidos. Temas como relacionamento, convívio com as diferenças e a autoconfiança são abordados no texto, apontando para o desenvolvimento saudável da criança.

Certo de que a arte é uma das chaves para o melhor convívio entre o indivíduo e a sociedade, o autor e diretor Marcello Airoldi conta que o personagem Menino não é inspirado em ninguém especificamente, mas tem características presentes em toda criança, seja ela menino ou menina. “A peça fala, entre outras coisas, que a experiência faz a gente amadurecer, crescer. As aventuras vividas pelo Menino fogem do tempo cronológico e da realidade dos espaços. O quintal de sua casa é um lugar onde tudo pode acontecer, de acordo com sua imaginação. É também o lugar onde o teatro se dá, onde a poesia nasce e o tempo se transforma. A transição da infância para a adolescência acontece porque ele teve de viver o que a vida lhe ofereceu. Ele convive com outros personagens cheios de histórias e vive a experiência de que a memória é um dos bens mais preciosos da vida”, afirma.

O espetáculo tem dramaturgia construída a partir de rimas e canções. Uma das ideias é que as palavras não apenas carreguem seus significados, mas sejam elementos de provocação a novos sentidos. Na peça, as palavras encadeiam poemas, jogos, trazem novos olhares para os mesmos símbolos já conhecidos. As rimas dão musicalidade às frases, embalando um jeito de ouvir a história que foge do convencional, caracterizando uma estética na composição das cenas.

A importância da palavra na peça fica mais clara à medida que Menino, protagonista da trama, vai perdendo a capacidade de ler. Ele deixa de compreender os significados das palavras e até mesmo de enxergá-las, quando escritas. Além disso, Menino perde a capacidade de ver as cores e de ouvir músicas.

Esses elementos – palavras, músicas e cores – são símbolos de sua relação com a maturidade. Este rito de passagem entre a infância e a adolescência carrega o ambiente propício para o surgimento do Mequetrefe Sorrateiro, personagem invisível, fantástico, que atormenta o dia a dia da criança roubando seus prazeres e sensibilidades, chaves fundamentais para seu desenvolvimento.

O texto aborda aspectos difíceis da infância. Os desafios que a vida traz – as perdas, a morte, o amadurecimento, o amor, a amizade, o medo – são tratados de forma contundente. A história apresenta a formação de uma família nova e possível na qual os pais não mais moram juntos, mas têm de conviver. A elaboração de um novo jeito de pensar, um novo jeito de ver o mundo, é transmitida pelo ponto de vista do Menino. Na tentativa de capturar o Mequetrefe Sorrateiro, causador de todos os quiproquós da trama, os personagens fazem contato com suas próprias histórias e percebem o quanto estão ligados uns aos outros, pois apenas sua integração dará conta de resolver os problemas. Elias, o poeta do quintal, mostra que não há receita ou armadilha para dominar o Mequetrefe Sorrateiro, personagem que habita os aspectos sombrios de todos nós e que reaparece de tempos em tempos, mas que ignorá-lo é esconder-se de si mesmo.

Sinopse

Por causa de uma grande tristeza sofrida, Menino começa a enxergar em preto e branco, não consegue mais ouvir músicas, além de não enxergar mais as palavras escritas. A relação com o pai músico torna-se um desencontro, já que Menino deixa de ouvir os sons que saem de sua flauta simbolicamente evidenciando a distância entre os dois. Tudo isso por causa do Mequetrefe Sorrateiro, que rouba todos os sonhos e desejos das crianças. Junto com os outros personagens, como Pai, Mãe e Elias, o poeta do quintal, Menino consegue se livrar do vilão que entristece a todos.

“Este projeto foi contemplado pela 6ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo”

Ficha Técnica

Texto e direção – Marcello Airoldi

Assistente de Direção – Carolina Parra

Atores / Músicos – André Capuano, Eugênio La Sálvia, Fagundes Emanuel, Juh Vieira, Mauricio Damasceno, Renata Bras e William Guedes

Cenário – Marcello Airoldi

Animações – Marcos Farias

Visagismo – Emi Sato Nagano

Figurinos – Marichilene Artisevskis

Bonecos – Juh Vieira

Músicas Compostas – Juh Vieira/Eugênio La Sálvia

Desenho de Luz – Aline Santini

Operação de Luz – Pajeú

Operação de projeção – DroDro

Operação de Som – Chacon

Fotos – Priscila Prade

Mídia Digital – Gigi Prade

Projeto Gráfico – Murilo Lima

Direção de Produção – Priscila Prade

Produção Executiva – Bila Bueno

Assistente de Produção – Fernando Trauer

Assessoria de Imprensa – Morente Forte

Coordenação administrativa/ prestação de contas – Marcello Airoldi Produções Artísticas

Realização – Bricabraque Produções e Marcello Airoldi Produções Artísticas

Serviço

MEQUETREFE SORRATEIRO

Teatro Shopping Morumbi (250 lugares)

Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – Piso G1 – Jd. Das Acácias

Informações: (11) 5183.2800

Bilheteria de terça a sexta das 14h às 21h; sábado das 13h às 21h; domingo das 13h às 20h. Pagamento em dinheiro e cartões

Vendas: www.ingressorapido.com.br e 4003.1212

 

Sábado e Domingo às 16h

Ingressos: R$ 50

 

Quintas de Junho: 07, 14, 21 e 28

 Às 14h. Ingressos populares: R$20

 

Duração: 60 minutos

Classificação: livre

Estreou dia 28 de Outubro de 2017

Reestreou dia 05 de Maio de 2018

Temporada: até 24 de Junho

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