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MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

Release

RMR Produção Artística e 10ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura

Apresentam

Marcelo Laham, Henrique Stroeter, Claudinei Brandão

Alexandre Bamba, Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona

em

MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

De Dario Fo

Direção Hugo Coelho

Sons ao vivo Demian Pinto

 

Sexta a domingo no Teatro Alfredo Mesquita

 

Sucesso de público e crítica, a irreverente comédia de Dario Fo escrita no inicio dos anos 70, cumpre temporada no Teatro Alfredo Mesquita, de 31 de janeiro até 01 de março, com entrada gratuita.

Morte Acidental de um Anarquista já vista por mais de 250 mil espectadores e fez turnê em 27 das principais cidades brasileiras.

 

A peça parte de um caso verídico, uma controversa investigação de um caso ocorrido em Milão, em 1969, e tem como pano de fundo os ataques a bomba que feriram e mataram dezenas de pessoas nas cidades de Milão e Roma. O mote é o suposto suicídio de um anarquista acusado pelos atentados que teria se jogado da janela do prédio da polícia durante o interrogatório. O caso ficou nebuloso com as diversas versões e incoerências nos depoimentos dos policiais envolvidos, porém ninguém foi condenado por falta de provas.

Um ano após o episódio na história da Itália, Dario Fo estreou sua peça ficcional, uma comédia, que coloca dentro da delegacia naquele dia a figura de um louco revelando práticas de torturas física e psicológica nos interrogatórios policiais. Na dramaturgia, o louco é acusado de falsidade ideológica, por se passar por outras pessoas, porém se revela mais esperto que o delegado e, ali mesmo, engana a todos fingindo ser um juiz.

O que teria acontecido realmente naquele dia? O anarquista se jogou ou fora jogado do quarto andar? A polícia afirma que o anarquista teria se jogado pela janela do quarto andar, a imprensa e a população acreditam que ele tenha sido jogado. O louco brincando com o que é ou não é real vai desmontando o poder e revelando a verdade ao assumir várias identidades como médico cirurgião, psiquiatra, bispo, engenheiro naval, entre outras, além de juiz. Os espectadores se tornam aliados tanto do ator quanto do personagem e ao serem convidados a participar trazem à tona flashes do momento político atual do país para ajudá-lo na reconstituição do suposto crime.

Morte Acidental de Um Anarquista é a peça mais conhecida e premiada de Dario Fo. Montada no mundo inteiro, recentemente, em Londres, foi encenada com referências ao caso Jean Charles (brasileiro que ficou conhecido após ser confundido e assassinado erroneamente pela Scotland Yard no Metrô de Londres). No Brasil, já foi montada com Antonio Fagundes e Sérgio Britto como protagonistas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Nesta montagem, há 4 anos em cartaz, com direção de Hugo Coelho, o público é saudado pelo elenco no hall do teatro e convidado a entrar na sala de espetáculo. Já no palco o elenco conta rapidamente o que aconteceu na vida real e explica o porquê de montar o espetáculo, seguindo a estratégia que Dario Fo utilizava em suas apresentações visando uma aproximação e reconhecimento do público. Em seguida, os espectadores são convidados a tirar dúvidas a respeito do caso e, só depois de todos estarem prontos, o espetáculo começa.

Sinopse Um louco cuja doença é interpretar pessoas reais é detido por falsa identidade. Na delegacia ele vai enganando uma a um, assume várias identidades e se passa por um juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. Brincando com o que é ou não é real o Louco desmonta o poder e acaba descobrindo as verdades escondidas por todos.

Ficha Técnica

Texto: Dario Fo

Tradução: Roberta Barni

Direção: Hugo Coelho

Elenco: Marcelo Laham, Henrique Stroeter, Claudinei Brandão, Alexandre Bamba, Maira Chasseraux e Rodrigo Bella Dona

Sons ao vivo: Demian Pinto

Cenário: Marco Lima

Figurino: Fause Haten

Iluminação: Hugo Coelho

Assistente de Direção: Maira Chasseraux

Assessoria de Imprensa: Morente Forte

Projeto Gráfico: Denise Bacellar

Foto de Estúdio: Heloísa Bortz

Fotos de Cena: Erik Almeida

Filmagens e Edições para Web: Tropico Filmes

Realização: RMR Produção Artística Ltda e 10ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura.

Serviço

MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

Teatro Alfredo Mesquita (198 lugares)

Avenida Santos Dumont, 1770

Informações: 2221.3657

Estacionamento gratuito no local

Sexta e Sábado às 21h | Domingos às 19h

 Ingressos Gratuitos

Distribuição será realizada uma hora antes da apresentação

*Não haverá apresentação nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro*

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 10 anos

Gênero: comédia

Estreou em 23 de setembro de 2015

Reestreou dia 31 de janeiro de 2020

 Temporada: até 01 de março

5 thoughts on “MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

  1. Assisti a peça ontem em Santo André e me diverti muito ! Ri como não fazia há tempos em uma peça !
    Parabéns para todo elenco.
    Aliás, gostaria de pedir para compartilhar a última fala do Dan sobre a loucura em que diz que todos precisamos ser um pouco loucos.
    Um grande beijo,
    Elvira

    1. Olá Mauricio!
      Já estivemos em Curitiba e Florianópolis esse ano.
      Estamos no Teatro Folha até 18 de dezembro.
      Dia 13 de janeiro, iniciaremos temporada no Teatro Tuca, também em São Paulo, até final de fevereiro.
      Depois disso, a peça segue para o Rio de Janeiro.
      Obrigada!

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