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MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

Release

RMR Produção Artística e 10ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura

Apresentam

Marcelo Laham, Henrique Stroeter, Claudinei Brandão

Alexandre Bamba, Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona

em

MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

De Dario Fo

Direção Hugo Coelho

Sons ao vivo Demian Pinto

 

Sessões suspensas no Teatro Flávio Império

Dias 28 e 29 de março

 

Sucesso de público e crítica, a irreverente comédia de Dario Fo escrita no início dos anos 70, se apresenta no Teatro Flávio Império durante um fim de semana, dias 28 e 29 de março, com entrada gratuita. Morte Acidental de um Anarquista já vista por mais de 250 mil espectadores e fez turnê em 27 das principais cidades brasileiras.

 

A peça parte de um caso verídico, uma controversa investigação de um caso ocorrido em Milão, em 1969, e tem como pano de fundo os ataques a bomba que feriram e mataram dezenas de pessoas nas cidades de Milão e Roma. O mote é o suposto suicídio de um anarquista acusado pelos atentados que teria se jogado da janela do prédio da polícia durante o interrogatório. O caso ficou nebuloso com as diversas versões e incoerências nos depoimentos dos policiais envolvidos, porém ninguém foi condenado por falta de provas.

Um ano após o episódio na história da Itália, Dario Fo estreou sua peça ficcional, uma comédia, que coloca dentro da delegacia naquele dia a figura de um louco revelando práticas de torturas física e psicológica nos interrogatórios policiais. Na dramaturgia, o louco é acusado de falsidade ideológica, por se passar por outras pessoas, porém se revela mais esperto que o delegado e, ali mesmo, engana a todos fingindo ser um juiz.

O que teria acontecido realmente naquele dia? O anarquista se jogou ou fora jogado do quarto andar? A polícia afirma que o anarquista teria se jogado pela janela do quarto andar, a imprensa e a população acreditam que ele tenha sido jogado. O louco brincando com o que é ou não é real vai desmontando o poder e revelando a verdade ao assumir várias identidades como médico cirurgião, psiquiatra, bispo, engenheiro naval, entre outras, além de juiz. Os espectadores se tornam aliados tanto do ator quanto do personagem e ao serem convidados a participar trazem à tona flashes do momento político atual do país para ajudá-lo na reconstituição do suposto crime.

Morte Acidental de Um Anarquista é a peça mais conhecida e premiada de Dario Fo. Montada no mundo inteiro, recentemente, em Londres, foi encenada com referências ao caso Jean Charles (brasileiro que ficou conhecido após ser confundido e assassinado erroneamente pela Scotland Yard no Metrô de Londres). No Brasil, já foi montada com Antonio Fagundes e Sérgio Britto como protagonistas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Nesta montagem, há 4 anos em cartaz, com direção de Hugo Coelho, o público é saudado pelo elenco no hall do teatro e convidado a entrar na sala de espetáculo. Já no palco o elenco conta rapidamente o que aconteceu na vida real e explica o porquê de montar o espetáculo, seguindo a estratégia que Dario Fo utilizava em suas apresentações visando uma aproximação e reconhecimento do público. Em seguida, os espectadores são convidados a tirar dúvidas a respeito do caso e, só depois de todos estarem prontos, o espetáculo começa.

Sinopse Um louco cuja doença é interpretar pessoas reais é detido por falsa identidade. Na delegacia ele vai enganando uma a um, assume várias identidades e se passa por um juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. Brincando com o que é ou não é real o Louco desmonta o poder e acaba descobrindo as verdades escondidas por todos.

Ficha Técnica

Texto: Dario Fo

Tradução: Roberta Barni

Direção: Hugo Coelho

Elenco: Marcelo Laham, Henrique Stroeter, Claudinei Brandão, Alexandre Bamba, Maira Chasseraux e Rodrigo Bella Dona

Sons ao vivo: Demian Pinto

Cenário: Marco Lima

Figurino: Fause Haten

Iluminação: Hugo Coelho

Assistente de Direção: Maira Chasseraux

Assessoria de Imprensa: Morente Forte

Projeto Gráfico: Denise Bacellar

Foto de Estúdio: Heloísa Bortz

Fotos de Cena: Erik Almeida

Filmagens e Edições para Web: Tropico Filmes

Realização: RMR Produção Artística Ltda e 10ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura.

Serviço

MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

Teatro-Parque Flávio Império ( lugares)

Rua Professor Alves Pedroso, 600

Informações: (11) 2621.2719

Sábado e Domingos às 19h

 Ingressos Gratuitos

Distribuição será realizada uma hora antes da apresentação

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 10 anos

Gênero: comédia

Estreou em 23 de setembro de 2015

Sessões suspensas dias 28 e 29 de março de 2020

5 thoughts on “MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

  1. Assisti a peça ontem em Santo André e me diverti muito ! Ri como não fazia há tempos em uma peça !
    Parabéns para todo elenco.
    Aliás, gostaria de pedir para compartilhar a última fala do Dan sobre a loucura em que diz que todos precisamos ser um pouco loucos.
    Um grande beijo,
    Elvira

    1. Olá Mauricio!
      Já estivemos em Curitiba e Florianópolis esse ano.
      Estamos no Teatro Folha até 18 de dezembro.
      Dia 13 de janeiro, iniciaremos temporada no Teatro Tuca, também em São Paulo, até final de fevereiro.
      Depois disso, a peça segue para o Rio de Janeiro.
      Obrigada!

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