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MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

Release

Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich,

Patricia Gasppar, Marcelo Castro e Rodrigo Bella Dona

em

MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

De Dario Fo

Dramaturgia e Direção Hugo Coelho

Música ao vivo Rodrigo Geribello

Sábados e domingos no Teatro Gazeta

Sucesso de público e crítica, com quatro temporadas lotadas em São Paulo, turnê por mais de 22 cidades e dois meses de apresentações no Rio de Janeiro, comédia de Dario Fo se apresenta no Teatro Gazeta

A comédia Morte Acidental de Um Anarquista, que já foi vista por aproximadamente 90 mil pessoas, volta aos palcos de São Paulo. A montagem do texto de Dario Fo, prêmio Nobel de Literatura em 1997 e um dos dramaturgos mais importantes da atualidade, fica em cartaz até 12 de novembro, com apresentações aos sábados e domingos, no Teatro Gazeta..

Um louco cuja doença é interpretar pessoas reais é detido por falsa identidade.  Na delegacia, se passa por um falso juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. A polícia afirma que ele teria se jogado pela janela do quarto andar.  A imprensa e a população acreditam que foi jogado. O que teria acontecido realmente? O louco vai enganando um a um, assume várias identidades e, brincando com o que é ou não é real, desmonta o poder e acaba descobrindo a verdade de todos nós.

O autor Dario Fo partiu de um caso verídico, o “suicídio” de um anarquista em Milão em dezembro de 1969. Sua engenhosidade, sua capacidade de escrever diálogos cortantes, de criar tipos diversos dentro de uma mesma peça, representados por um mesmo ator, aliado a um profundo senso cômico, dão dimensão universal ao texto. É sua peça mais conhecida, montada no mundo inteiro. Recentemente em Londres, foi encenada com referências ao caso Jean Charles.

“É impressionante como Morte Acidental ainda é atual, 45 anos depois de escrita. É como se ele estivesse falando dos dias hoje, principalmente no Brasil. Em chave de farsa Dario Fo, nos brinda com um texto brilhante. O que fizemos foi tirar as referências que só faziam sentido para os italianos e a realidade em que viviam nos anos setenta. A fábula, a história na nossa montagem esta intacta. O próprio Fo a cada remontagem da peça fazia modificações.” diz Hugo Coelho, diretor da peça.

O personagem do Louco (Dan Stulbach) vê representar um juiz como ponto alto de sua “carreira”, pois já se passou por médico cirurgião, psiquiatra, bispo e engenheiro naval, entre outros. Na delegacia, preso pelo Comissário (Marcelo Castro) encontra os responsáveis pela investigação, o Delegado (Henrique Stroeter) e o Secretário de Segurança (Riba Carlovich). Depois a imprensa aparece, através da Jornalista (Patricia Gasppar). Todos, menos o Louco, inspirados em personagens reais.

Henrique e Dan escolheram este texto para sua parceria cênica, motivados pela “diversão total e pela inteligência do Dario” como diz Dan e “pelo prazer de representar um clássico cômico popular e atual” como diz Henrique (que diz ter sido a montagem de Antônio Fagundes em 1985 a responsável pela sua escolha em ser ator. Dan não viu a montagem) ”é uma alegria total interpretar este personagem. um desafio diferente de tudo que já fiz”, diz Dan.

Baseado em fatos reais, a comédia mais famosa de Dario Fo, Prêmio Nobel de Literatura de 1997, diverte e esclarece, aprofunda e critica a vida e a nossa sociedade.

Dan Stulbach É formado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Sua estreia profissional foi protagonizando Peer Gynt, de Ibsen com direção de Roberto Lage em 1990.  Trabalhou com grandes nomes do teatro brasileiro como Paulo Autran com quem fez Visitando Mr Green de Jeff Baron, Marco Nanini e Naum Alves de Souza.  Entre as inúmeras peças destacam-se Novas Diretrizes em Tempos de Paz de Bosco Brasil espetáculo com o qual ganhou o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Troféu Impressa e  Premio Shell de melhor ator. Recentemente atuou em Meu Deus! de Anat Gov junto com Irene Ravache e Direção de Elias Andreato, dirigiu A Toca do Coelho de David Lindsay-Abaire. Realizou e atuou junto com Danton Mello a peça 39 degraus de Patrick Barlow com direção de Alexandre Reineck. É diretor artístico do Teatro Eva Hertz que se destaca pelo excelente nível cultural de sua programação abrigando montagens e artistas de relevância no cenário cultural de São Paulo. Na Televisão fez várias novelas de sucesso como Mulheres Apaixonadas de Manoel Carlos, trabalho que o projetou nacionalmente em 2003 ganhando os prêmios Troféu APCA e Troféu Imprensa de Melhor Ator. Trabalhou em Senhora do Destino e Fina Estampa de Aguinaldo Silva e, ainda, nas  minisséries Os Maias de Eça de Queiroz, Queridos Amigos e JK de Maria Adelaide Amaral entre outras. Fez um vilão cômico na série Som & Fúria com direção de Fernando Meirelles, todos trabalhos realizados para TV Globo. Ator e diretor de renome no Brasil é um dos mais importantes de sua geração.

 

Henrique Stroeter Trabalha como ator há 30 anos. Tem formação acadêmica em jornalismo pela Faculdade Casper Líbero. Fez inúmeros cursos livres de dança e teatro. Atualmente está no ar com o Quintal da Cultura produzido pela TV Cultura SP. Em teatro fez: 39 degraus de Patrick Barlow com direção de Alexandre Reinecke; À meia noite um solo de sax na minha cabeça, texto e direção de Mário Bortolotto, e E o Vento Não levou de De Ron Hutchinson direção de Roberto Lage. Com Grupo Parlapatões atuou e dirigiu o espetáculo Parapapá, circo musical infantil de Hugo Possolo (indicado como melhor diretor Prêmio Femsa 2010). Atuou em O Papa e a Bruxa de Dario Fo, e Vaca de Nariz Sutil de Campos de Carvalho adaptação e direção de Hugo Possolo (indicação melhor ator Prêmio Quem 2008), e no espetáculo As Nuvens de Aristófanes. Sob a direção de Alexandre Reinecke: O Santo e A Porca de Ariano Suassuna, Os Sete Gatinhos de Nelson Rodrigues e  Arsênico e Alfazema de Joseph Kesselring. Com o La Mínima, grupo de circo-teatro, fez Luna Park de Domingos Montagner. De Flávio de Souza atuou nas peças Filho de Artista, Chapeuzinho Adormecida no País das Maravilhas, Onde está o Nino? , Tíbio e Perôneo, e Natal Mágico do Castelo Rá Tim Bum. De Mário Bortolotto: Chapa Quente, Postcards de Atacama, Rolex, Fuck you Baby, Medusa de Rayban e Hotel Lancaster (indicação Melhor Ator Festival Americana 2004). Na televisão participou de vários programas de sucesso na TV Cultura, entre eles: Rá Tim Bum, Ilha Rá Tim Bum, Castelo Rá Tim Bum (personagem Perônio) X-Tudo todos de Flávio de Souza na TV Bandeirantes fez a  novela Dance Dance Dance e  foi protagonista da Sitcom Guerra dos Pinto; na Rede Globo participou dos humorísticos: Os Normais, Retrato Falado e Copas de Mel.  No SBT fez a novela Carrossel.

Riba Carlovich Encenou peças com o grupo Tapa: (de 1994 até 2003): Casa de Orates, de Arthur Azevedo; Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto; Rasto Atrás, de Jorge Andrade; Ivanov, de Anton Tchekov; Executivos, de Daniel Besse; Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues. Sob direção de Eduardo Tolentino de Araújo, encenou: Amor Por Anexins e O Oráculo, de Arthur Azevedo; Direção, Sandra Corveloni. Suas últimas peças foram: Álbum de Família, de Nelson Rodrigues, Direção: Alexandre Reinecke; O Prodígio do Mundo Ocidental, de John Singe, Direção: Ariela Goldman; O Estrangeiro, de Larry Shue, Direção: Alexandre Reinecke; Acorda Brasil, de Antonio Ermírio de Moraes, Direção: José Possi Neto; Toc Toc, de Laurent Bafie, Direção: Alexandre Reinecke; 12 Homens e Uma Sentença, de Reginald Rose, Direção: Eduardo Tolentino de Araújo; Anti Nelson Rodrigues, de Nelson Rodrigues, Direção: Eduardo Tolentino de Araújo; E na TV, seus últimos foram: Participação na novela Caminho da Índias, Rede Globo, de Glória Perez, Direção: Marcos Schetmann; Força Tarefa, Rede Globo, vários autores, Direção: José Alvarenga Junior

 

Sobre Hugo Coelho Formado em filosofia é ator e diretor. Em 2015 completará 40 anos de profissão.  No teatro, recentemente, dirigiu (Selvagens) Homem de Olhos Tristes de Händl Klaus, as comédias Me Segura Senão eu Pulo de Luiz Carlos Cardoso e Hoje tem Mazzaropi de Mario Viana; Retratos de William Douglas Home, Os Jogadores, de Nikolai Gogol, a ópera Treemonisha de Scott Joplin, O Contrabaixo de Patrick Suskind, Meu Primo Walter de Pedro Haidar e Quem Casa quer Casa de Martins Penna. Foi assistente de direção na antológica montagem brasileira de Morte Acidental de um Anarquista de Dario Fó com direção de Antonio Abujamra e protagonizada por Antonio Fagundes. Na TV, dirigiu os programas Jornal do Estudante, Brasil Corpo e Alma e o Telecurso segundo grau na TV Globo, a novela Cortina de Vidro de Walcyr Carrasco no SBT e o programa de Entrevistas Terceiro Milênio na Rede Mulher e na Rede Vida. Como ator atuou nos espetáculos Assim é (se lhe parece) de Luigi Pirandello direção de Marco Antonio Pâmio, O Terraço de Jean Claude Carrière com direção de Alexandre Reinecke, Motel Paradiso de Juca de Oliveira com direção de Roberto Lage e Machado de Assis esta Noite autoria e direção de José Antonio de Souza.  Na TV fez as novelas: Água na Boca na TV Bandeirantes e, no SBT, O Direito de Nascer, Cristal, Revelação e Amor e Revolução, além das séries Descolados na MTV e O Negócio na HBO. É ganhador do premio Myriam Muniz com seu projeto de pesquisa Paixões Humanas, uma breve história do teatro ocidental.

 

Rodrigo Geribello Formado em Administração de Empresas na FGV. Empreendedor e proprietário da Abre Aspas, empresa de explicação profissional. Acumula 30 anos de estudos em piano clássico e mais de 15 anos de experiência com música no teatro, compôs trilhas para publicidade e para peças de teatro. Participou da peça “As Viúvas” com o Grupo Tapa fazendo música e sonoplastia ao vivo. Músico e sonoplasta em espetáculos de improviso como Noite de Improviso (com Márcio Ballas) e Improvável (Barbixas).

Ficha Técnica

Ficha Técnica:

 

Texto: Dario Fo

Tradução: Roberta Barni

Dramaturgia e Direção: Hugo Coelho

Elenco: Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Marcelo Castro, Patricia Gasppar e Rodrigo Bella Dona

Música ao vivo: Rodrigo Geribello

Cenário: Marco Lima

Figurino: Fause Haten

Iluminação: Hugo Coelho

Estagiário de Direção: Rafael De Bona

Assessoria de Imprensa: Daniela Bustos, Beth Gallo e Thais Peres- Morente Forte

Projeto Gráfico: Vicka Suarez

Foto de Estúdio: Heloísa Bortz

Fotos de Cena: João Caldas Fº

Filmagens e Edições para Web: Jady Forte

Coordenação de Projetos: Egberto Simões

Produção Executiva: Martha Lozano

Assistência de Produção: Bárbara Santos

Administração: Magali Morente Lopes

Realização: Ananda, Quadrilha da Arte e Morente Forte Comunicações

Produtores Associados: Selma Morente, Célia Forte e Dan Stulbach

Serviço

MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

Teatro Gazeta (700 lugares)

Avenida Paulista, 900 – Térreo

Informações: 3253.4102

Bilheteria: de terça a quinta, das 14h às 20h. Sexta a domingo das 14h até o horário do espetáculo.

Aceita cartões de débito e dinheiro. Cartão de crédito somente pelo site ou telefone.

Estacionamento: convênio com MultiPark (Rua São Carlos do Pinhal, 303 – subsolo do teatro). R$ 20 por 3h.

Vendas: www.ingressorapido.com.br e 4003-1212

 

Sábados às 22h | Domingos às 20h

(Não haverá apresentação nos dias 26 de agosto; 16 e 17 de setembro)

 

Ingressos:

Sábado R$ 80 | Domingo R$ 60

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

 

Estreou em 23 de setembro de 2015

Reestreou dia 12 de Agosto de 2017

Temporada: até 12 de Novembro

5 thoughts on “MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

  1. Assisti a peça ontem em Santo André e me diverti muito ! Ri como não fazia há tempos em uma peça !
    Parabéns para todo elenco.
    Aliás, gostaria de pedir para compartilhar a última fala do Dan sobre a loucura em que diz que todos precisamos ser um pouco loucos.
    Um grande beijo,
    Elvira

    1. Olá Mauricio!
      Já estivemos em Curitiba e Florianópolis esse ano.
      Estamos no Teatro Folha até 18 de dezembro.
      Dia 13 de janeiro, iniciaremos temporada no Teatro Tuca, também em São Paulo, até final de fevereiro.
      Depois disso, a peça segue para o Rio de Janeiro.
      Obrigada!

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