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MOSTRA MANUFATURAS – VELHA COMPANHIA

Release

Apresenta

MOSTRA MANUFATURAS

De 16 de outubro a 15 de novembro na Zona Franca

 

Idealizada pela Velha Companhia e realizada em parceria com a Zona Franca (em construção), Tone e artistas participantes, a Mostra Manufaturas reúne apresentações de espetáculos, aberturas de pesquisas e shows de música que acontecem entre os dias 16 de outubro e 15 de novembro.

A mostra abre e democratiza o espaço de apresentações e convívio da Zona Franca, recebendo produções que têm como característica o foco na essencialidade da presença e no viés artesanal dos modos de criação.

OUTUBRO

  • Dias 16, 17 e 18 (21h) = O Porco com Henrique Schafer
  • Dias 20 (21h) 21 (19h) e 22 (21h) = Pulso com Elisa Volpatto
  • Dias 25 e 26 (21h) = Juracy, Boca Materna com Andrea Amorim (processo aberto)
  • Dias 27 (21h) e 28 (18h) = Calango Cego com Adriana Dham, Bruno Menegatti e Gustavo Sarzi (processo aberto)
  • Dia 31 (21h) = Todo Sacrifício feito em teu nome com Luciana Ramin (processo aberto)

 

NOVEMBRO

  • Dia 01 (21h) = Show Afeto com Rosana Stavis, Marco França e Bruno Menegatti.
  • Dias 01, 02 (19h) e 03 (16h) = O que restou de você em mim com Davi Novaes (processo aberto)
  • Dias 02, 03 (21h) e 04 (20h30) = Psicose 4h48 com Rosana Stavis
  • Dias 07, 08 e 09 (21h) = Escandinavos com Andrea Tedesco
  • Dias 10 (21h) e 11 (19h) = Deprisa Jinji! com Lianna Matheus
  • Dias 13 e 14 (21h) = Leitura de “Arap” por Elias Andreato
  • Dia 15 (21h) = Show Trio Tabarana

 

O PORCO

Dias 16, 17 e 18 de outubro (21h)

Sinopse: Um porco relembra momentos de sua existência enquanto espera a hora do seu abate.  Na reconstituição de sua trajetória, fala de seus antepassados, sua família, sua condição social e seus desejos. Prevalece um jogo entre o que se expressa e o que se sente,  um jogo que se traduz em um passeio pelo “porão animal do homem a caminho do abate”

Ficha técnica:

El Cerdo, de Antonio Andres Lapeña

Adaptação da obra Strategie pour deux jambons, de Raymond Cousse

Tradução de Eliana Teruel

Com Henrique Schafer (indicado ao Prêmio Shell 2005 de Melhor Ator)

Direção de Antonio Januzelli

Concepção cenográfica, figurino   iluminação de Henrique Schafer e Antonio Januzelli

Duração: 50 minutos / Recomendação: 15 anos

 

 

PULSO

Dias 20 (21h) 21 (19h) e 22 (21h) de outubro

Sinopse: Solo inspirado na vida e na obra do ícone da poesia confessional norte-americana dos anos 1950, Sylvia Plath. A peça escolhe como situação cênica o último dia de vida da poetisa para revelar, em tom confessional, memórias e devaneios de alguns dos momentos de sua vida.

Ficha Técnica:

Proposição e Interpretação – Elisa Volpatto

Direção – Vanessa Bruno

Assistência de Direção  e Preparação Corporal– Livia Vilela

Iluminação – Maurício Shirakawa

Trilha Sonora – Edson Secco

Figurino e adereços – Carolina Sudati

Identidade Visual – Cezar Siqueira

Visagismo – Britney

Produção – Paulo Salvetti

Realização – VULCÃO [criação e pesquisa cênica]

Duração: 50 minutos / Recomendação: 14 anos

 

 

JURACY, BOCA MATERNA

Dias 25 e 26 (21h) de outubro

Sinopse: Histórias e relatos sobre injustiça social genocídio e luto. Memória de histórias vivenciadas no cuidado a saúde de pessoas em situação de rua, indígenas, negras e periféricas. Assim nasce “Juracy, boca materna” a bruxa puta andarilha que viu o mundo cão e transforma sua memória em carne viva.

Ficha Técnica:

Direção e preparação de ator: Jorge Peloso

Atuação e dramaturgia: Andrea Amorim

Música e arranjos: Bruno Menegatti e Theo Silveira

Figurino: Silvia Sapucaia

Adereços: Rui Cutri

Duração: 50 minutos / Recomendação: 12 anos

 

 

CALANGO CEGO (Processo aberto)

Dias 27 (21h) e 28 (18h) de outubro

Sinopse: Aderaldo e Oliveira são cegos e velhos amigos que se reencontram pra uma apresentação num local desconhecido. Estão na passagem do som enquanto a sua cuidadora Izabé recebe, acolhe e atribui personalidade ao público, sem o conhecimento da dupla que prepara-se para o ansiado momento do Calango Cego. Enquanto ensaiam, relembram e contam histórias e causos do passado. Nesse lapso de tempo-espaço de preparação para o que esta por vir – o almejado encontro com o público e a realização de um “final apoteótico” – as personagens revelam a vulnerabilidade de todos nós. Buscando fundir teatro e música para aproximar o público de sua própria identidade, ampliar e desmistificar a prática musical na performance de shows tradicionais, que nasceu o Calango Cego.   O processo de pesquisa que se apresenta nesta abertura partiu da discussão acerca da nossa cegueira cotidiana. As ferramentas com as quais se pretende dialogar com os espectadores vão da sensibilização e aguçamento dos sentidos sonoro, olfativo, tátil, sensitivo e visual, ainda que este pela negação.

Ficha Técnica:

Idealização do projeto: Calango Cego (Bruno Menegatti e Gustavo Sarzi)

Direção: Maristela Chelala

Assistente de direção e roteiro: Alejandra Sampaio

Direção musical: Bruno Menegatti e Gustavo Sarzi

Elenco: Adriana Dham, Bruno Menegatti e Gustavo Sarzi

Cenário e figurino: Maria Vittoria Oliveira

Desenho de luz: Jean Marcel Silva

Fotografia: Kátia Gardin

Duração: 60 minutos / Recomendação: livre

 

 

TODO SACRIFÍCIO FEITO EM TEU NOME

(Processo de criação da peça)

Dia 31 (21h) de outubro

Sinopse: A partir do texto “Todo Sacrifício feito em teu nome” que poeticamente apresenta Verônica, mulher que é presa pelo regime repressor de seu país e vaga, entre lembranças desfiguradas, à procura do filho recém-nascido. A peça tem como referência, mães torturadas, que foram separadas de seus filhos, pela Ditadura Militar brasileira (1964 – 1985). A proposta é partilhar com o público o processo criativo pelo qual os criadores constroem seu percurso para construção da peça a partir  de uma ação cênica multimídia e a conversa com o autor.

Ficha Técnica:

Partilha de Processo de criação da peça TODO SACRIFÍCIO FEITO EM TEU NOME.
Autor: Rudinei Borges dos Santos
Encenação e atuação: Luciana Ramin
Provocador corporal: Junior Lima
Vídeo artista: Gabriel Diaz Regañon
Artista Sonoro: Rodrigo Florentino

Figurino: Daíse Neves

Produção: Luciana Ramin
Realização: Agrupamento Andar7

Duração: 50 minutos / Recomendação: 14 anos

 

O QUE RESTOU DE VOCÊ EM MIM

Dias 01, 02 (19h) e 03 (16h) de novembro

Sinopse: O amor acaba. Você continua. E tudo o que veio antes paira com o peso das coisas que ficam. E elas ficam. Em um cinema o primeiro beijo, em uma estação de metrô o último adeus, e entre os dois um atlas de momentos e palavras. O diário das repercussões de um menino que, sozinho, reencontra um passado antes feito a 4 mãos e 2 corações. Voltar atrás pra seguir em frente. Lembrar, pra melhor esquecer.  E dizer. Falar tudo o que foi, é e o que, quem sabe, pode ser. Uma viagem pela parte que o amor nos toma, e o vazio desse lugar que falta.

Ficha Técnica:

Texto e Atuação: Davi Novaes

Direção: Alejandra Sampaio e Virginia Buckowski

Concepção Geral/Iluminação/Cenário/Figurino/Trilha Sonora: Alejandra Sampaio, Davi Novaes e Virginia Buckowski

Duração: 60 minutos / Recomendação: 14 anos

 

PSICOSE 4h48

Dias 02, 03 (21h) e 04 (20h30) de novembro

Sinopse: Última peça da inglesa Sarah Kane discorre sobre depressão psicótica e sobre o que acontece à mente de uma pessoa quando desaparecem por completo as barreiras que distinguem a realidade das diversas formas de imaginação. Um dos mais importantes textos da dramaturgia contemporânea mundial é encenado pela Marcos Damaceno Companhia de Teatro. Durante toda a sua curta vida, Kane foi atormentada por acessos depressivos. A cada nova ocorrência esses acessos foram gradativamente levando-a a um processo de suicídio que teve fim em 1999, aos 28 anos de idade. A experiência desses episódios e os tratamentos médicos a que teve que se submeter formaram a matéria-prima para a construção deste seu último texto. O trabalho foi desenvolvido priorizando o tratamento do texto nas vozes dos atores como forma de não espetacularizar o tema, focando a atenção no texto da Sarah Kane e na atuação da Rosana Stavis, ganhadora do Troféu Gralha Azul por esta atuação e freqüentemente apontada pela crítica especializada e profissionais diversos como uma das melhores atrizes do teatro brasileiro na atualidade.

Ficha Técnica:

Marcos Damaceno Companhia de Teatro

Texto: Sarah Kane

Direção: Marcos Damaceno

Com: Rosana Stavis e Eduardo Ramos

Duração: 75 minutos / Recomendação: 14 anos

 

 

ESCANDINAVOS

Dias 07, 08 e 09 (21h)

Sinopse Em “Escandinavos”, escrita por Denio Maués e dirigida por Nicole Aun, uma atriz, interpretada por Andrea Tedesco, tenta superar o fim de um denso relacionamento amoroso por meio da criação ficcional. Com lacunas e lapsos de memória, ela reconstrói sua narrativa enquanto conta uma história que se confunde com a sua: o fim do casamento entre um diretor de cinema sueco e uma atriz norueguesa. Discutindo os paralelos entre a arte e a vida, o texto revela aos poucos a confusa história da protagonista e adentra o domínio metalinguístico ao esmiuçar o processo cênico do espetáculo. Repleto de subjetividade, “Escandinavos” é comandado pelas idas e vindas da mente da personagem que cria ambientes e figuras apropriando-se das únicas três cadeiras que compõem a cenografia.

Ficha Técnica:

Dramaturgia – Denio Maués

Direção – Nicole Aun

Interpretação – Andrea Tedesco

Iluminação – Jimmy Wong e Diego Gonçalves

Sonoplastia – Pedro Canales

Objetos de cena – Ciro Schu

Figurino – Andrea Tedesco e Nicole Aun

Operação de Luz e Som – Roberto Herreira Bueno

Fotos – Marcelo Patu

Duração: 50 minutos / Recomendação: 14 anos

 

DEPRISA JINJI!

Dias 10 (21h) e 11 (19h) de novembro

Sinopse: Uma rapsódia poética autobiográfica sobre um momento na vida de uma mulher. Um despertar. O pequeno passo que desencadeia a aceleração de inúmeras partículas. Um simples gesto e suas consequências. Um ato inconsequente de amor.

Ficha Técnica:

Interpretação: Lianna Matheus

Texto e Direção: Danilo P Marques

Direção de Arte: Anne Cerutti

Trilha Sonora Original: Marcos Pantaleoni

Fotos: Dan Moraes

Arte Gráfica: Thiago Miranda

Cenotécnico: Frederico Malucelli

Cabelo e Maquiagem: Juliana Miranda

Costureira: Clarete Freitas

Duração: 60 minutos / Recomendação: 16 anos

 

LEITURA DE “ARAP” por Elias Andreato

Dias13 e 14 (21h) de novembro

Solo em homenagem ao Autor e Diretor Fauzi Arap.

Leitura do espetáculo que mostra a preparação do personagem e de como o artista usa o seu ofício para questionar o seu tempo através da dramaturgia e pensamentos, colocando a arte e a educação como caminho de grandeza para que uma nação exista plena e fortaleça a sua democracia.

Mais do que nunca é preciso pensar para transformar o nosso tempo.

O teatro dá aos homens a ternura humana. Ele é a expressão mais verdadeira e viva de uma civilização. Toda vez que um ator pisa num palco, ele perpetua sua paixão e oferece o seu coração, para que possamos suportar o que temos de mais monstruoso e de mais belo. É assim, que nos tornamos artistas soberanos.

O espetáculo também investiga o papel da palavra no processo terapêutico, ao lado da importância da arte, no mesmo processo.

Duração: 60 minutos / Recomendação: 12 anos

 

SHOW TRIO TABARANA

[MÚSICA PARA OUVIR E DANÇAR]

Dia 15 (21h) de Novembro

Ginga, swing, remelexo. Tudo isso e mais alguma coisa está em Telecoteco, sambalanço e outras bossas, show em que o trio Tabarana convida para um passeio por composições de Orlandivo, Marcos Vale, Luiz Melodia, Zé Menezes, Noel Rosa, João Donato e Dorival Caymmi, entre outros autores de obras essencialmente modernas. Na correnteza da música sempre atual desses mestres, o trio formado por Denilson Oliveira (percussão), Fernando Barros (violão) e Fernando Mumu (trombone) recorre a diferentes ritmos e estilos – do samba ao xote, da bossa ao bolero, da marcha-rancho ao cha-cha-chá. Ao mergulhar nessas águas, o Tabarana faz o que gosta: música para ouvir, música para dançar.

Denilson Oliveira: Iniciou a trajetória profissional de instrumentista e professor em Salvador e a estendeu por São Paulo, França, Portugal e Alemanha. Atuou com Johnny Alf, Gerônimo e Jorge Mautner, entre outros artistas.

Fernando Barros: Vem da escola dos bailes. Tocou com Peri Ribeiro, Chico e Paulo Caruso, Luiz Fernando Veríssimo e Nestico Aguiar, entre outros. É autor dos livros “Casé – Como toca esse rapaz” e ”Do Calypso ao Cha-cha-chá – Músicos em São Paulo na década de 60”

Fernando Mumu: Estudou no Conservatório de Tatuí. Entre outros artistas, tocou com Moacyr Luz, Dudu Nobre, Maria Alcina, Monarco, Peri Ribeiro e Orquestra Arruda Brasil. Paralelamente atua com as bandas Mato Seco e Lamota.

Duração: 80 minutos / Recomendação: livre

Serviço

MOSTRA MANUFATURAS

ZONA FRANCA

Rua Almirante Marquês de Leão 378 – Bela Vista

Telefone para RESERVAS: (11) 98691-1627

A bilheteria abre 1 hora antes de cada peça

Aceita cartão de débito

Ingressos

R$ 20

De 16 de outubro a 15 de novembro de 2018

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